Entenda como é feito o tratamento de canal

Entenda como é feito o tratamento de canal

No Brasil, milhares de pessoas ainda chegam à velhice sem os dentes. O motivo? Má higiene bucal, falta de uso da escova, da pasta com flúor e do fio dental. Outra razão, apontada pela última pesquisa do IBGE, é a carência do acompanhamento com o dentista. No consultório, é possível não só prevenir, mas também reverter problemas sérios nos dentes. É o que fazemos com o tratamento de canal, geralmente empregado em casos de fratura dentária ou cárie profunda. Bastante popular, ele consiste na remoção da polpa inflamada do dente e na desinfecção do local.

A polpa é um tecido mole onde estão os nervos e os vasos sanguíneos. Fica no interior do dente e se estende da coroa até a ponta da raiz inserida na inervação da mandíbula e da maxila. Por estar localizada em uma parte mais profunda do dente, qualquer lesão na polpa causa extremo desconforto. Os sintomas mais comuns de que há algo errado ali são dores, que podem até irradiar para a face, inchaço e sensação de latejamento.

Ao sentir qualquer um desses incômodos, o melhor a fazer é procurar um dentista. Se for preciso fazer o tratamento de canal, quem vai cuidar da situação de preferência será o especialista no assunto, o endodontista. Vale ressaltar que, quanto mais rápido o indivíduo procurar o profissional, melhor — o tempo pode ser um inimigo no tratamento.
Uma vez no consultório, o dentista vai conversar com o paciente para entender as causas da dor ou do inchaço. Na sequência, realizará exames físicos, testes de sensibilidade da polpa do dente e exames complementares como raio-X para identificar se há lesão e qual o tamanho dela. Somente depois desses procedimentos é que poderá indicar ou não o tratamento de canal.

Será que dói?

Em geral, o tratamento não costuma causar mais desconforto do que uma restauração. Mas cada caso tem suas especificidades, então não é possível afirmar que o procedimento será totalmente indolor. Nos estágios mais avançados, quando a polpa está bem comprometida, o incômodo tende a ser maior porque medicamentos e anestesia não costumam ser eficazes.
Para a remoção da polpa danificada, o paciente é submetido à anestesia local. Depois, o profissional retira todo o conteúdo do interior do dente, limpa a região afetada e, em seu lugar, a preenche com material apropriado, restaurando e reconstruindo o dente com retentores e coroas, dependendo da área destruída.

O preenchimento consiste na aplicação de um material em formato de cone em cada canal. Em alguns casos, para dar maior resistência, utilizamos um pino de metal ou fibra — mas isso acontece principalmente quando o dente se encontra muito danificado.

Já acabou?!

Quem foi submetido ao tratamento de canal terá o dente saudável para a vida toda se continuar visitando o dentista com regularidade e realizar a higienização correta da boca. É importante frisar isso porque nada impede que uma cárie volte a aparecer no dente tratado.

Fonte: Saúde

No Brasil, milhares de pessoas ainda chegam à velhice sem os dentes. O motivo? Má higiene bucal, falta de uso da escova, da pasta com flúor e do fio dental. Outra razão, apontada pela última pesquisa do IBGE, é a carência do acompanhamento com o dentista. No consultório, é possível não só prevenir, mas também reverter problemas sérios nos dentes. É o que fazemos com o tratamento de canal, geralmente empregado em casos de fratura dentária ou cárie profunda. Bastante popular, ele consiste na remoção da polpa inflamada do dente e na desinfecção do local.

A polpa é um tecido mole onde estão os nervos e os vasos sanguíneos. Fica no interior do dente e se estende da coroa até a ponta da raiz inserida na inervação da mandíbula e da maxila. Por estar localizada em uma parte mais profunda do dente, qualquer lesão na polpa causa extremo desconforto. Os sintomas mais comuns de que há algo errado ali são dores, que podem até irradiar para a face, inchaço e sensação de latejamento.

Ao sentir qualquer um desses incômodos, o melhor a fazer é procurar um dentista. Se for preciso fazer o tratamento de canal, quem vai cuidar da situação de preferência será o especialista no assunto, o endodontista. Vale ressaltar que, quanto mais rápido o indivíduo procurar o profissional, melhor — o tempo pode ser um inimigo no tratamento.
Uma vez no consultório, o dentista vai conversar com o paciente para entender as causas da dor ou do inchaço. Na sequência, realizará exames físicos, testes de sensibilidade da polpa do dente e exames complementares como raio-X para identificar se há lesão e qual o tamanho dela. Somente depois desses procedimentos é que poderá indicar ou não o tratamento de canal.

Será que dói?

Em geral, o tratamento não costuma causar mais desconforto do que uma restauração. Mas cada caso tem suas especificidades, então não é possível afirmar que o procedimento será totalmente indolor. Nos estágios mais avançados, quando a polpa está bem comprometida, o incômodo tende a ser maior porque medicamentos e anestesia não costumam ser eficazes.
Para a remoção da polpa danificada, o paciente é submetido à anestesia local. Depois, o profissional retira todo o conteúdo do interior do dente, limpa a região afetada e, em seu lugar, a preenche com material apropriado, restaurando e reconstruindo o dente com retentores e coroas, dependendo da área destruída.

O preenchimento consiste na aplicação de um material em formato de cone em cada canal. Em alguns casos, para dar maior resistência, utilizamos um pino de metal ou fibra — mas isso acontece principalmente quando o dente se encontra muito danificado.

Já acabou?!

Quem foi submetido ao tratamento de canal terá o dente saudável para a vida toda se continuar visitando o dentista com regularidade e realizar a higienização correta da boca. É importante frisar isso porque nada impede que uma cárie volte a aparecer no dente tratado.

Fonte: Saúde